Depósitos de particulares crescem em maio para valor mais alto desde 2022

O 'stock' de depósitos de particulares subiu 6,1% em maio, em termos homólogos, para 184.299 milhões de euros, atingindo o valor e a variação mais altos desde dezembro e outubro de 2022, respetivamente, anunciou hoje o BdP.

Fabricação Jun 28, 2024 IDOPRESS

"No final de maio de 2024,o 'stock' de depósitos de particulares nos bancos residentes totalizava 184,3 mil milhões de euros",mais 1.068 milhões de euros que em abril,regista o Banco de Portugal (BdP) numa análise hoje divulgada.

No documento,o banco central acrescenta que os depósitos a prazo,que incluem depósitos com prazo acordado e depósitos com pré-aviso,aumentaram cerca de 14.814 milhões de euros em termos homólogos,para 105.084 milhões de euros.

Já a taxa de variação homóloga foi a maior desde os 7% registados em outubro 2022.

No caso das empresas,o volume de depósitos nos bancos residentes era de 65.682 milhões de euros,mais 2,2% em termos homólogos.

No campo dos empréstimos a particulares,o montante total de empréstimos atingiu 128.928 milhões de euros. A taxa de variação anual (tva),que exclui o impacto das variações que não tenham sido motivadas por transações propriamente ditas,foi de 1,0%,tendo sido o quarto mês consecutivo com valores positivos.

O montante total de empréstimos para habitação foi de 99.387 milhões de euros,menos 0,1% em termos homólogos,mas mais 228,4 milhões de euros face a abril. Em termos de tva,que foi nula no mês em análise,maio foi o primeiro mês desde junho de 2023 em que não foi negativa.

O 'stock' de empréstimos ao consumo era,no final de maio,21.709 milhões de euros,traduzindo-se em cerca de mais 132 milhões de euros face a abril,numa taxa de variação homóloga de 4,4% e uma tva de 5,8% face a maio do ano passado.

Quanto ao 'stock' de crédito a empresas,o montante total era de 72.325 milhões de euros,menos 1.540 milhões de euros face ao final do mesmo período do ano passado -- tva de -0,8% e quebra homóloga de 2,1%.

Por dimensão,as microempresas foram as únicas que tiveram um crescimento em termos anuais (4,6%) dos empréstimos concedidos,enquanto pequenas (-4,0%),médias (-5,8%) e grandes (-0,2%) registaram contrações neste indicador.

Os setores da indústria e eletricidade e do comércio e transportes e alojamento registaram taxas de variação anual negativas de -3,8% e -2,5%,respetivamente,contra -3,9% em abril.

Em sentido inverso,o setor da construção e atividades imobiliárias teve uma taxa de variação anual positiva de 2,4%,acima dos 2,1% de abril.

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